Pular para o conteúdo

SEO para quem cuida da reputação

Por Knewin AI · · 5 min de leitura

Um dia depois de uma matéria negativa, alguém procura o nome da empresa no Google. O que essa pessoa lê primeiro é a página de resultados: o site da marca, a matéria do dia e, cada vez mais, um resumo escrito por IA no topo, apoiado nas próprias matérias. Essa página é parte da reputação, e em muitas empresas só o marketing olha para ela.

SEO costuma ser assunto de quem cuida do site, com palavras-chave, tráfego e posição. Para quem cuida da reputação, as perguntas são mais simples: o que as pessoas encontram quando procuram a marca, quem tem link para ela, se a procura mudou depois de um fato e o que, no site, atrapalha.

O Knewin AI é um assistente de IA para comunicação que responde por chat. Na mesma conversa em que você pergunta sobre a cobertura de imprensa da marca, ele traz essas leituras do Google, e as duas podem ir para o mesmo relatório. Numa agência, cada cliente pode ter a própria conversa.

O que aparece quando procuram a sua marca

A leitura mais direta é a página de resultados do Google para o nome da marca, consultada na hora. A resposta traz os primeiros resultados, a posição de hoje do site da marca, as páginas em que o resumo de IA se apoiou e as perguntas que as pessoas fazem sobre o assunto.

Numa semana comum, a lista mostra o site da marca e o que costuma vir com ele: perfis, sites de avaliação, vagas. Na semana de uma crise, a matéria do dia pode subir para o segundo ou o terceiro lugar, e o resumo de IA no topo pode ser escrito a partir dela.

Busca por “Marca A”, consultada na semana do recall
  • Resumo de IA no topo da buscaapoiado nos resultados 2 e 3
  • 1. Site da Marca Apágina inicial
  • 2. Matéria sobre o recallportal de notícias nacional
  • 3. Matéria sobre o recalljornal regional
  • 4. Página de troca do produtosite da Marca A

As pessoas também perguntam: “A Marca A fez recall de quê?”

Exemplo ilustrativo. O site da marca segue em primeiro, e o que se lê antes dele é o resumo de IA, escrito a partir das duas matérias.

A consulta é feita de computador e muda de uma vez para outra, então vale como retrato daquele momento. Para ter a mesma leitura toda segunda-feira, uma rotina, que repete um pedido na agenda que você marcar, faz a consulta e manda o resultado por e-mail, por WhatsApp ou no Slack.

Os sites que têm link para a sua marca

A segunda leitura é a dos links. A resposta lista os sites que apontam para o site da marca e os que passaram a apontar ou deixaram de apontar mês a mês. Entre eles há veículos: o portal que linkou o comunicado, o jornal que citou o estudo, a revista que publicou o perfil do presidente.

Para quem faz assessoria, a parte mais útil é a comparação com o concorrente. A resposta monta a lista dos sites que têm link para ele e não para a marca, comparando cada site com os que apontam para você. Ali aparecem veículos que, até onde os dados alcançam, linkam o concorrente e não a marca. O que fazer com cada nome é decisão de quem conhece a relação com o veículo.

As buscas em que o concorrente aparece e você não

A terceira leitura olha para as palavras: em que buscas o concorrente aparece entre os dez primeiros e o site da marca não aparece, e em quais os dois disputam posição. Para a comunicação, poucas palavras importam: o nome dos produtos, a categoria e o tema de uma crise. Quem aparece quando alguém procura pelo tema da crise é quem conta a história para quem chegou pelo Google.

A procura pela marca ao lado da cobertura

A quarta leitura é a procura: o interesse das pessoas pelo nome da marca ao longo do tempo. O índice vem do Google Trends, que qualquer um abre de graça. O que muda é ele chegar na mesma resposta que a cobertura do mesmo período, com a marca e até quatro concorrentes no mesmo gráfico.

Depois de um lançamento, de uma campanha ou de uma crise, a pergunta é se o fato saiu do noticiário e chegou às pessoas: a matéria saiu na terça, e a procura subiu junto ou ficou parada? O índice é relativo aos termos consultados juntos. Ele compara a marca com ela mesma e com os concorrentes, sem dizer quantas buscas houve.

O diagnóstico do site vai para quem cuida dele

Há ainda o próprio site. A varredura lê o site página por página, até 500 páginas, e traz a nota dele, os problemas que se repetem e o endereço de cada um: o link quebrado, o título repetido, a página com nota baixa. Numa crise, um link quebrado na página de troca do produto pesa mais do que no resto do ano.

O diagnóstico sai num pedido só, como "faça um diagnóstico de SEO do nosso site e monte um relatório em PDF", para passar a quem cuida do site. A comunicação fica sabendo o que atrapalha a página para onde ela vai mandar as pessoas, sem precisar consertar nada.

O que os números de SEO não dizem

Cada número tem origem e data, e é isso que diz até onde ele vale.

  • São do Google no Brasil. Outros buscadores e outros países ficam fora.
  • O tráfego é estimativa, calculada das posições e das buscas por mês. Não é o acesso real ao site.
  • A posição de cada palavra costuma ter de um a três meses. A lista de palavras é medida de tempos em tempos, e cada palavra traz o dia em que foi medida; a posição de hoje sai da página de resultados consultada na hora.
  • A lista de links é parcial. Os dados de links vêm de um fornecedor de dados de busca, que não vê todos os links que existem, e a lista não diz quais vieram de matérias da sua cobertura.
  • Nada disso entra na contagem de matérias nem no saldo entre matérias positivas e negativas. O SEO fica ao lado da cobertura, como leitura à parte.
  • Cada consulta sai do limite semanal do seu plano, inclusive as que uma rotina repete.

Onde acompanhar

A página de SEO mostra cada pedido com um exemplo de resposta, inclusive o diagnóstico do site num pedido só. O detalhe está na ajuda, em Análise de SEO e em Os números da análise de SEO. O que as IAs respondem sobre a marca, a outra metade da busca, está em Presença em IA e no artigo Presença em IA: a taxa de menção engana.