Quando perguntam da sua marca para uma IA
Para uma parcela crescente do público, a primeira descrição que se lê de uma empresa não vem de uma manchete — vem de um assistente respondendo. O Knewin AI mede essa camada: você pergunta no chat e a sondagem acontece no mesmo turno, com instrumento próprio. Não é uma fonte a mais na lista, é outra leitura.
Não tem tela. Tem pergunta.
Não há área para configurar nem lista de prompts para cadastrar: a sondagem acontece na conversa, no turno em que você pergunta. Vale para qualquer marca, inclusive uma que a sua conta não monitora, como um concorrente, e não depende de contratar nada.
o que as IAs falam da minha marca?
quando pedem uma recomendação no meu setor, eu apareço?
por que a IA recomenda meu concorrente e não a mim?
Quatro famílias de IA a cada sondagem
A sondagem conhece doze modelos de quatro famílias (Gemini, Claude, GPT e Grok) e pergunta por padrão a quatro deles, o mais leve de cada uma, ouvindo mais quando você pede. A resposta sempre nomeia quais responderam, porque a leitura de um modelo não vale pela do outro.
A resposta traz mais do que um número
Dá para responder à diretoria em quantas respostas a marca apareceu, e em quantas não. O denominador vem sempre junto.
Em quantas respostas você apareceu
A contagem vem sempre — "citada em 2 das 3 respostas". A porcentagem só aparece a partir de 5 respostas analisadas, porque um decimal sobre três prometeria uma precisão que não existe.
Quem foi citado junto
Os concorrentes saem das próprias respostas, com quantas citaram cada um. Ninguém é sondado separadamente: seriam bases diferentes, que não se comparam.
O tom e a sua posição
Como a marca é descrita, e em que lugar da lista ela aparece quando a pergunta é sobre o setor. Quando a resposta traz ranking, sai a posição média, sempre ao lado de em quantas respostas houve ranking.
Atributos e temas
O que as IAs associam à marca (preço, suporte, qualidade), os temas das respostas e o estágio de cada pergunta, sempre com o denominador junto.
De onde as IAs tiraram aquilo
Os sites que sustentaram cada resposta, e o link de cada página lida, com em quantas respostas ela apareceu. É a parte sobre a qual dá para agir: dá para saber onde a sua marca precisa estar. As respostas que vieram sem busca são contadas à parte — ali o modelo falou do que já sabia, e isso é um achado por si só.
E aqui as duas leituras se encontram: esses domínios são veículos — o mesmo eixo pelo qual a sua cobertura de imprensa é medida. Alguns já estão na sua base; outros você talvez nunca tenha monitorado. A sondagem e a cobertura continuam sem se somar, e é nas fontes que o produto as cruza.
A taxa satura. Leia quem aparece junto.
As sondagens vão com busca na web, então quase toda marca com site é encontrada e a taxa de menção sobe para perto de 100%. Ela para de separar marca forte de marca fraca. O que continua separando é QUEM é citado junto de você, e em que posição. E a pergunta espelho: quem a IA cita quando não cita você.
Contagem sempre, porcentagem às vezes
A taxa só sai a partir de 5 respostas analisadas. Abaixo disso vem a contagem. Taxa ausente não é taxa zero — é falta de medição, e a resposta diz isso em vez de estimar.
Um índice de presença, de 0 a 100
Soma quatro coisas: ser citada (40 pontos), a posição em que aparece (até 25), ser recomendada (20) e o tom (até 15). É a régua deste produto: comparar duas marcas por ela é justo; chamar 72 de “bom” não é.
Resposta por resposta
Dá para abrir cada uma, com modelo, pergunta, se citou a marca, tom e sites usados, e pedir o texto inteiro como a IA escreveu. Inclusive o recorte que a taxa não responde: quais respostas NÃO me citaram.
O raciocínio inteiro por trás desta leitura (por que a taxa satura, o que a companhia diz que ela não diz, e o que muda numa medição sem passado) está em Presença em IA: a taxa de menção engana.
O que esta medição ainda não é
Numa página de produto, o limite declarado vale mais do que a promessa: é ele que diz onde o número pode ser usado com confiança.
Perplexity não é consultada
Gemini, Claude, GPT e Grok entram; a Perplexity não. Se a sua pergunta é especificamente sobre o que ela responde, a medição não cobre.
Sem acompanhamento em segundo plano
Ela acontece quando você pergunta. Não há acompanhamento em segundo plano e nada dispara alerta. Vigilância contínua está no roadmap, sem data anunciada.
Duas datas em todo número
Perguntar sobre maio funciona, e o resultado sai como “perguntado em 31/08, sobre maio de 2026”. É o que as IAs dizem hoje sobre aquele período. Série histórica continua não existindo.
Não entra no NRS
O índice de reputação continua sendo calculado sobre a cobertura de imprensa. Os dois números não entram na mesma tabela e não se somam.
A medição mais cara e mais lenta
Cada resposta paga a ida, a análise e a busca na web. Uma sondagem típica leva alguns minutos e consome mais da sua cota do que uma busca de imprensa.
O modelo na nossa configuração
A régua é a mesma para todas as marcas, o que torna a comparação justa — mas não é idêntico ao que você veria conversando direto no aplicativo daquele assistente.
Imprensa e IA não se somam
São instrumentos diferentes medindo coisas diferentes. Cruzar as duas leituras é legítimo e é o movimento mais distintivo que este produto permite — desde que como coincidência de período, declarada assim, nunca como causa.
Cobertura de imprensa
Conta matérias publicadas numa janela, resume o saldo no NRS e acumula série histórica. É o que permite dimensionar uma crise e saber a que ritmo ela se recupera.
Presença em IA
Pergunta a modelos hoje e devolve uma foto datada, com índice próprio. Não tem série histórica, e por isso responde outra pergunta: não “como falaram de mim”, mas “o que dizem de mim agora, quando alguém pede uma recomendação”.
Uma marca pode ir bem na imprensa e mal na resposta de um assistente. É a distância entre as duas leituras que aponta quais sites sustentam a resposta da IA sem passar pelo seu clipping. Por isso as duas são medidas separadas, em vez de fundidas num número só.
O que elas têm em comum é o ponto de encontro: as fontes. Os sites que sustentaram as respostas das IAs são veículos, e veículo é o eixo pelo qual a cobertura de imprensa é medida. É por esse eixo que o produto cruza as duas, logo abaixo, sem nunca virarem um número só. De onde vem a leitura de imprensa está em Ecossistema.
Os sites que as IAs leem, e quem publica você
Cada site aparece com dois números lado a lado: em quantas respostas ele sustentou as IAs, e quantas matérias suas ele publicou na janela.
Três leituras saem daí. O site que alimenta a IA e não tem matéria sua, com nome e endereço. O que já funciona dos dois lados. E o que sustentou a IA citando um concorrente sem citar você.
O lado da imprensa sai da mesma cobertura que o resto do produto já mede, sem depender de você trazer um clipping de fora. Os dois números nunca somam, e o que existe entre eles é coincidência de período, dita como tal. O cruzamento só alcança matéria com link público: impresso, TV e rádio ficam de fora, e o produto avisa em vez de mostrar uma tabela de zeros.
O que é presença em IA, e o que é o índice de presença
A categoria é nova e ainda está sendo nomeada em português. Estas são as definições que o Knewin AI usa.
- Presença em IA (GEO)
- Medição do que as assistentes de IA respondem sobre uma marca: em quantas respostas ela aparece, quem é citado junto, o tom e os sites que sustentaram as respostas. É uma fonte à parte da cobertura de imprensa, sondada sob demanda, e não entra no NRS.
- Índice de presença
- Índice de 0 a 100 que resume uma sondagem, somando ser citada (40 pontos), a posição em que a marca aparece (até 25), ser recomendada (20) e o tom (até 15). Serve para comparar marcas entre si na mesma régua, não para julgar um valor isolado como bom ou ruim.
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Dúvidas sobre a Presença em IA
Vocês consultam o ChatGPT?
Sim. A sondagem conhece doze modelos de quatro famílias (Gemini, Claude, GPT e Grok) e pergunta por padrão a quatro deles, o mais leve de cada família, ouvindo mais quando você pede. A resposta sempre nomeia quais responderam. A Perplexity é a única das grandes que fica de fora hoje. O que se mede é o modelo na configuração do Knewin AI. A régua é a mesma para todas as marcas, o que torna a comparação justa. O resultado não é idêntico ao que você veria conversando direto no aplicativo daquele assistente.
A presença em IA entra no meu NRS?
Não, e é de propósito. O NRS continua sendo calculado sobre a cobertura de imprensa; a sondagem é uma fonte à parte, com instrumento próprio. Os dois números não entram na mesma tabela e não se somam. Cruzar as duas leituras é legítimo, e o produto faz esse cruzamento site a site. Vale como coincidência de período, declarada assim, nunca como causa. Uma marca pode ir bem na imprensa e mal na resposta de um assistente, e é a distância entre as duas que aponta quais fontes sustentam a IA sem passar pelo seu clipping.
Dá para acompanhar a evolução mês a mês?
Dá para perguntar sobre um período, como “o que as IAs dizem sobre maio?”, e cada número volta com duas datas: quando foi medido e sobre quando ele fala. O que não existe é série histórica: ninguém pergunta a um modelo o que ele teria respondido no mês passado, então duas sondagens são dois dias datados, sem curva entre eles. Para afirmar que a sua presença mudou, é preciso medir hoje e medir de novo depois, com a mesma régua. É a diferença mais dura em relação à cobertura de mídia, onde a série histórica é justamente o ativo. Acompanhamento contínuo está no roadmap, sem data anunciada.
A documentação completa está na Central de Ajuda: Presença em IA e Os números da presença em IA.