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O que dá para perguntar

Documentação do Knewin AI · atualizada em

Você escreve em linguagem natural e o assistente decide o que medir. Este tópico reúne os pedidos que costumam surpreender por funcionarem — e o que muda na resposta em cada caso.

Perguntar sem nomear uma marca

Nomear a marca é o caminho normal, mas não é obrigatório. Perguntas abertas — "quais crises esta semana?", "o que está repercutindo no meu setor?" — funcionam: o assistente faz uma busca temática, sem marca, e volta dizendo quais fatos apareceram (as manchetes encontradas, com quantos veículos publicaram cada uma) e quais marcas estão envolvidas.

Duas coisas para saber ao ler essa resposta:

  • Ela é uma amostra, não uma contagem. Serve para descobrir o assunto e as marcas envolvidas; se você quiser o número, peça a medição depois — aí sim ela é autoritativa.
  • O assistente separa as marcas que a amostra confirmou das que ele apenas suspeitou. As suspeitas não foram vistas em matéria nenhuma — trate-as como pista a conferir.

E o passo seguinte não precisa ser marca a marca: o próprio tema pode ser medido. Peça "meça a repercussão disso na semana" e o assistente trata o assunto como sujeito da medição — volume, canais, evolução e tom, como faria com uma marca. Ele monta a regra de busca do tema e a declara na resposta; se você quiser outra, é só dizer quais termos valem.

Nesse caso, uma medida some de propósito: "quantas matérias citam o assunto" não é apurada, porque o nome do tema é um rótulo que o assistente deu, e nenhuma matéria contém essa expressão literal. Para marcas, essa medida continua existindo — é ela que separa "a busca trouxe 35 matérias em TV" de "12 delas citam a marca".

Perguntar do que as matérias falam

Além de quanto se falou da marca, dá para perguntar sobre o quê. O assistente lê as matérias já coletadas e lista o que cada uma discute — um produto, um componente ou atributo dele (bateria, atendimento, preço), uma pessoa, uma organização, um lugar —, junto com o que a matéria diz daquilo.

Não há lista para cadastrar: sai o que os textos discutiram. Variações do mesmo assunto ("bateria", "autonomia", "duração da carga") são reunidas num rótulo só, e o vocabulário se mantém estável dentro da conversa.

Com isso você pode pedir coisas como:

  • "do que falam as matérias deste mês?"
  • "quantas criticam o atendimento?"
  • "só as matérias que discutem preço"
  • "NRS por componente" — uma tabela com uma linha por assunto citado.

Esse tom é de outro sujeito. Quando você agrupa por entidade citada, positivo/negativo/NRS medem o que a cobertura diz sobre aquela entidade — não o tom da matéria sobre a marca. São réguas diferentes e a resposta diz qual está usando: uma matéria pode elogiar a marca e criticar a bateria. Matéria em que a entidade aparece sem juízo nenhum entra como sem tom, nunca como neutra.

Duas ressalvas honestas:

  • É uma leitura das matérias já coletadas naquela conversa e naquele período; ampliar o período pede uma nova coleta.
  • Ao pedir "só estes assuntos", a tabela traz exatamente os que você pediu — e o assistente avisa o que ficou de fora, para você ampliar o recorte se quiser.

Como a lista de matérias é escolhida

Quando a resposta traz uma lista de matérias, ela diz por que aquelas: as mais recentes do recorte (o padrão) ou uma amostra representativa, espalhada por semana e canal. A segunda serve para "o que essa base contém?" — a primeira, para "o que saiu agora?".

Você pode pedir uma ou outra, e a lista sempre traz o total do recorte, para você saber quantas ficaram fora do que está vendo.

Pedir um entregável do seu jeito

Não é preciso usar as palavras "painel", "relatório" ou "planilha": "quero uma página só com isso", "monte uma tela", "faça um one-pager" também geram o entregável. Ver Ferramentas.

Veja também

Chat (a barra de entrada e as conversas), O que vem na resposta, Fontes de Dados e Sentimento.