O que dá para perguntar
Documentação do Knewin AI · atualizada em
Você escreve em linguagem natural e o assistente decide o que medir. Aqui estão os pedidos que surpreendem, e o que muda na resposta em cada caso.
Perguntar sem nomear uma marca
Nomear a marca é o caminho normal, mas não é obrigatório. Perguntas abertas — "quais crises esta semana?", "o que repercute no meu setor?" — funcionam, e o assistente separa dois pedidos.
"Quem aparece nisso?" vira uma busca por sentido: o assunto vai ao provedor nas suas palavras — crise se acha pelo que é uma crise, não pela palavra "crise" — e volta uma amostra de matérias, com título, veículo, data, canal e quantas cópias cada uma teve. Ele lê a amostra, diz quem encontrou e mede quem você escolher. Leva dezenas de segundos e não é contagem: não diz quantas matérias o assunto teve, não lê tom e nada entra na base.
"Quanto se falou disso?" é medição: o próprio assunto vira o sujeito e ele monta a regra de busca do tema, medindo como faria com uma marca — volume, canais, evolução e tom. Para saber qual regra usou, ou usar outra, é só pedir.
Medido o assunto, peça "quais marcas aparecem nessas matérias?": ele lê o texto do que foi coletado e as lista, com o que cada matéria diz de cada uma.
Uma medida some de propósito quando o sujeito é um tema: "quantas matérias citam o assunto", porque o nome do tema é um rótulo do assistente, não uma expressão das matérias. Para marcas ela continua — é ela que separa "a busca trouxe 35" de "12 citam a marca".
Perguntar do que as matérias falam
Além de quanto se falou da marca, dá para perguntar sobre o quê — "do que falam as matérias deste mês?", "quantas criticam o atendimento?". O assistente lê as matérias já coletadas e lista o que cada uma discute.
Esse tom é de outro sujeito: agrupado por assunto citado, o número mede o que a cobertura diz sobre aquele assunto, não sobre a marca. O assunto rende bastante — filtro, faixas, coluna na planilha —, e está todo em Entidades citadas.
Perguntar o que as IAs respondem
Um eixo inteiro que não é imprensa: "o que as IAs falam da minha marca?". Ele pergunta às IAs na hora e traz o resultado no mesmo turno — veja Presença em IA.
Como a lista de matérias é escolhida
Quando a resposta traz uma lista de matérias, ela diz por que aquelas: as mais recentes do recorte (o padrão) ou uma amostra representativa, espalhada por semana e canal — a primeira responde "o que saiu agora?"; a segunda, "o que essa base contém?". Você pede uma ou outra, e a lista sempre traz o total do recorte.
Ela também pode vir encurtada de propósito, quando é referência numa resposta sobre outra coisa. O corte aparece escrito — "Mostrando 10 de 176 matérias do recorte" —, então encurtar nunca esconde o tamanho da cobertura. Peça "liste todas" para ver tudo, ou "as mais republicadas primeiro".
A mesma manchete em vários veículos vira uma linha — "(e mais 3 veículos com a mesma manchete: …)" —, então pode haver menos linhas que o "Mostrando" diz.
Perguntar sobre a imprensa de fora
A base é de imprensa brasileira, e a busca sai em português por padrão. Cobertura estrangeira se pede explicitamente: "saiu algo na imprensa espanhola?". Sem esse pedido ele não mistura idiomas.
O que você declara continua valendo
Um corte que você estabelece ("só esse conjunto"), a régua do tom e o ângulo da leitura ficam gravados na conversa e valem para as perguntas seguintes. Ver O que fica valendo na conversa.
Pedir um entregável do seu jeito
Não é preciso dizer "painel" ou "relatório": "quero uma página só com isso" também gera o entregável (Ferramentas). E a forma do gráfico se pede direto na resposta: "monte um treemap disso" (Gráficos e blocos visuais).
Veja também
Chat, O que vem na resposta, Entidades citadas, Presença em IA, Fontes de Dados e Sentimento.