Memória do Agente
Documentação do Knewin AI · atualizada em
O agente anota o que você conta sobre si e sobre como você gosta de trabalhar, e usa isso nas próximas conversas — sem você precisar repetir. Entram aí preferências de forma (tom, vocabulário, formato do entregável), correções de método e contexto do seu negócio.
Qual é a sua marca, quem você trata como concorrente e em que setor atua também entram aqui. Até agosto de 2026 isso era um formulário nas Configurações — o card Contexto do Knewin Monitoring —, que foi removido: em vez de preencher campos, basta contar na conversa, e o que ficar anotado você revisa nesta tela.
A memória é da sua conta e vale em todas as suas conversas.
Ver e gerenciar
Configurações → Memória do agente → Gerenciar. Na tela de memória você pode:
- Buscar um fato pelo texto.
- Editar — o fato e quando ele se aplica (por exemplo: "ao redigir qualquer resposta" ou "ao montar painel para a diretoria").
- Arquivar — o agente para de usar aquele fato.
- Restaurar — traz de volta um fato arquivado.
Cada fato mostra também as suas palavras que o originaram, com a data — "Você disse, em 12/08: …". É por elas que você reconhece, ou contesta, o que foi anotado.
E o fato sem condição de uso vem marcado na lista: sem ela o agente o lê como anotação antiga e pesa menos. Edite e diga quando aquele fato vale.
Nada é apagado. Arquivar é reversível: o fato fica guardado e volta quando você quiser.
A memória e o que você pede agora
Memória é instrução permanente, e a hierarquia é uma só: o que você pede neste turno manda. No que o pedido não diz, a anotação preenche — se você escrever "hoje", é hoje; se não falar de período, o padrão que ficou anotado entra. Vale igual para as instruções de um assistente: primeiro o pedido do turno, depois a instrução permanente.
Quando a memória enche
Ela tem um limite. Ao chegar nele, o agente arquiva sozinho o fato que você menos usou para caber o novo, e avisa no chat qual foi. Também aqui nada é apagado: o fato arquivado volta pela tela de Memória.
Quando o agente anota
Quando a conversa traz algo durável: uma preferência de forma, uma correção de como ele trabalha, um fato do seu negócio ou um "lembre disso" explícito. Pedido pontual daquele turno não vira memória.
O objetivo de um trabalho não entra aqui. "Para onde esta análise vai" tem casa própria: ele vale só naquela conversa e fecha quando você diz que chegou. A memória vale em todas as conversas e não fecha. Veja Sugestões e o objetivo do trabalho.
Se você contrariar algo já anotado, ele arquiva o antigo e anota o novo — memória desatualizada é pior que memória vazia. Quando isso acontece, a resposta avisa no chat.
O que a memória não faz
Memória é preferência, nunca autorização de número. Nada que esteja anotado permite ao agente afirmar um dado que não foi medido na conversa.