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Sugestões e o objetivo do trabalho

Documentação do Knewin AI · atualizada em

As sugestões de próximo passo

Depois de responder, o assistente oferece alguns próximos passos — em geral de três a cinco —, como botões abaixo da resposta. Clicar envia na hora: o texto vira a sua próxima mensagem, sem passo de edição no meio. Para o pedido em outras palavras, digite-o na caixa.

Elas são escritas depois da resposta ficar pronta, olhando para ela: enquanto isso você vê "Carregando sugestões…". Se falharem, aparece uma linha discreta ("Não foi possível sugerir próximos passos desta vez.") — a resposta acima continua valendo, e você pode simplesmente perguntar o que quer.

O que elas levam em conta:

  • A resposta que você acabou de ler e o arco da conversa — não repetem o que já foi entregue nem a sua pergunta original.
  • O que a conversa já mediu e já produziu — a próxima oferta é o degrau seguinte (a janela vizinha, o cruzamento que falta), ou um ajuste no entregável que saiu ("tire essa coluna", "troque para pizza"), sem refazer do zero.
  • O que a sua conta tem — os aplicativos que você conectou, os especialistas disponíveis, os campos que só a base do Monitoring carrega, a memória. Ela não oferece o que a sua conta não tem.
  • O que você recusou — oferta que você não clicou não volta reembalada em palavras novas.

Elas propõem caminhos distintos, não variações do mesmo pedido: aprofundar o que apareceu, cruzar com outro recorte, virar entrega, chamar o especialista do assunto — ou mudar a forma do que você acabou de ler ("mostra num gráfico", "põe numa tabela"), que passou a ser uma das ofertas.

Não confunda com a Biblioteca de exemplos da tela inicial, que é para começar — veja Chat.

Nem só medição: o trabalho pronto

As sugestões não oferecem só o que o assistente sabe medir — oferecem também as peças que ele sabe escrever: release, clipping curado, boletim, media training, relatório executivo, e as demais. A lista está em Ferramentas.

Isso vale para qualquer conta. O Modo Agência de PR não é o que libera a peça — ele acrescenta o método do especialista por trás dela.

É também aqui que aparece a oferta de sondar as IAs ("ver como as IAs falam da sua marca", "de quais sites elas tiram isso"): fora do que você digita, as sugestões são o lugar em que esse recurso se apresenta. Veja Presença em IA.

O objetivo deste trabalho

Quando você diz para onde o trabalho vai — "quero acompanhar a percepção da marca depois do incidente", "meu objetivo é reduzir menção negativa sobre X" —, o assistente registra isso como o objetivo da conversa, junto com o critério de como se sabe que chegou lá.

Quando ainda não há objetivo, uma das sugestões pode ser exatamente essa declaração, escrita na sua voz ("Quero acompanhar…"). Clicar nela vale como você ter dito a frase.

O que muda com um objetivo declarado:

  • Ele volta em todo turno daquela conversa, e é o que permite ao assistente propor o próximo passo em direção a ele, em vez de só responder ao que foi pedido.
  • As sugestões passam a privilegiar o que aproxima do destino e o que mostra se você já está mais perto.

Três coisas para saber:

  • Só as suas palavras criam o objetivo. Se o assistente suspeita de um destino, ele propõe ou pergunta — nunca decide por você.
  • Trocar é dizer outro. Declarar um novo substitui o anterior, e a troca aparece em Ver etapas ("trocando o objetivo deste trabalho").
  • Quem fecha é você. Ele não encerra por conta própria: se achar que o destino foi atingido, diz isso e deixa a decisão com você. Basta responder que chegou (ou que desistiu).

Objetivo não é memória. O objetivo vale nesta conversa e termina; a memória vale em todas as conversas e não fecha — veja Memória do Agente.

Veja também

Chat, O que dá para perguntar, Etapas do assistente e Memória do Agente.