Sugestões e o objetivo do trabalho
Documentação do Knewin AI · atualizada em
As sugestões de próximo passo
Depois de responder, o assistente oferece próximos passos como botões abaixo da resposta. Clicar envia na hora: o texto vira a sua próxima mensagem. Para pedir em outras palavras, digite na caixa.
Elas são escritas depois da resposta ficar pronta, olhando para ela: enquanto isso você vê "Carregando sugestões…". Se falharem, aparece uma linha discreta ("Não foi possível sugerir próximos passos desta vez.") — a resposta acima continua valendo.
O que elas levam em conta:
- A resposta que você acabou de ler e o arco da conversa — não repetem o que já foi entregue.
- O que a conversa já mediu e já produziu — a oferta é o degrau seguinte (a janela vizinha, o cruzamento que falta) ou um ajuste no entregável que saiu ("tire essa coluna", "troque para pizza").
- O que a sua conta tem — aplicativos conectados, especialistas, os campos do Monitoring, a memória. Ela não oferece o que a sua conta não tem.
- O que você recusou — oferta que você não clicou não volta reembalada.
Elas propõem caminhos distintos: aprofundar, cruzar com outro recorte, virar entrega, chamar o especialista do assunto — ou mudar a forma do que você leu ("mostra num gráfico", "põe numa tabela").
Não confunda com a Biblioteca de exemplos da tela inicial, que é para começar — veja Chat.
A continuação da resposta
Quando o pedido é maior do que cabe numa resposta — pelo tempo ou pela cota —, o assistente entrega o que cabe e declara a continuação: a resposta termina com a nota "Ficou de fora desta resposta", o que não foi coberto e um botão com seta para pedir. Ao lado dele, quando dá, a estimativa em minutos e em parte da sua cota — nunca em dinheiro. Clicar pede a continuação, e o que já foi medido não é refeito.
Ela não some quando a conversa segue, ao contrário dos próximos passos: é o que aquela resposta deixou de fora, e o botão vale turnos depois. Aceita, a nota vira registro e o botão vira "Você pediu".
Nem só medição: o trabalho pronto
As sugestões oferecem também as peças que o assistente sabe escrever — release, clipping curado, boletim, media training, relatório executivo e as demais (a lista está em Ferramentas). Vale para qualquer conta: o Modo Agência de PR não libera a peça, ele acrescenta o método do especialista por trás dela.
É também aqui que aparece a oferta de sondar as IAs ("ver como as IAs falam da sua marca", "de quais sites elas tiram isso"). Veja Presença em IA.
O objetivo deste trabalho
Quando você diz para onde o trabalho vai — "quero acompanhar a percepção da marca depois do incidente", "meu objetivo é reduzir menção negativa sobre X" —, o assistente registra isso como o objetivo da conversa, junto com o critério de como se sabe que chegou lá.
Quando ainda não há objetivo, uma das sugestões pode ser exatamente essa declaração, escrita na sua voz ("Quero acompanhar…"). Clicar nela vale como você ter dito a frase.
O que muda com um objetivo declarado:
- Ele volta em todo turno daquela conversa, e é o que permite ao assistente propor o próximo passo em direção a ele.
- As sugestões passam a privilegiar o que aproxima do destino e o que mostra se você já está mais perto.
Três coisas para saber:
- Só as suas palavras criam o objetivo. Se o assistente suspeita de um destino, ele propõe ou pergunta — nunca decide por você.
- Trocar é dizer outro. Declarar um novo substitui o anterior, e a troca aparece nas etapas do turno.
- Quem fecha é você. Ele não encerra por conta própria: se achar que o destino foi atingido, diz isso e deixa a decisão com você.
Objetivo não é memória. O objetivo vale nesta conversa e termina; a memória vale em todas as conversas e não fecha — veja Memória do Agente.
Veja também
Chat, O que dá para perguntar, Etapas do assistente e Memória do Agente.