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Homônimo: a matéria que não fala de você

Por Knewin AI · · 5 min de leitura

A busca por uma marca traz tudo o que casa com o nome dela. Quando o nome é também o de um bairro, de um time ou de uma sigla de três letras, vêm junto o jogo de domingo, a obra na avenida e a portaria de um órgão público. Essas matérias entram na contagem, ganham tom e mudam o número que vai para o relatório.

Quem monta clipping conhece o problema e costuma resolvê-lo na mão, matéria por matéria. O Knewin AI, um assistente de IA para comunicação que responde por chat, faz essa leitura com você. Ele diz quantas matérias deixou fora da conta e por quê, e deixa com quem conhece a marca a decisão do que sai da base.

De onde vem a matéria que não é da marca

Ela costuma ter três origens. A primeira é o homônimo: a loja, o técnico ou o estádio com o mesmo nome. A segunda é a sigla, quando as letras da marca aparecem dentro de outra palavra. A terceira é a página de jornal impresso digitalizada com erro, em que o reconhecimento do texto troca uma letra e cria o nome da marca onde ele não estava.

Quanto o homônimo mexe no saldo das matérias

A contagem inflada é a parte visível. O que pesa mais é o tom: matéria sobre o time que perdeu ou sobre a obra atrasada costuma ser negativa, e entra na conta da marca como se fosse sobre ela.

A conta em questão é o saldo das matérias, que o Knewin AI chama de NPS: a porcentagem de matérias positivas menos a de negativas, calculada sobre matérias, sem pesquisa com cliente. No exemplo abaixo, a busca encontrou 300 matérias, e 60 delas eram do time.

Antes da leiturasaldo −6
  • 300 encontradas pela busca
  • 300 entram no saldo
  • 66 positivas, 84 negativas, 150 neutras

Parece uma semana ruim para a marca.

Depois da leiturasaldo +5
  • 300 encontradas pela busca
  • 240 entram no saldo, as que falam da marca
  • 63 positivas, 51 negativas, 126 neutras

O negativo vinha em boa parte do time.

Exemplo ilustrativo. A busca encontrou as mesmas 300 matérias nos dois lados, e esse total não muda. Com a leitura “fala da marca?”, as 60 matérias do time saem da conta, e o saldo, a porcentagem de positivas menos a de negativas, vai de 22% − 28% para 26% − 21%.

Sem a leitura, a semana parecia ruim, com mais matérias negativas do que positivas. Lida matéria a matéria, a marca tinha mais matérias positivas do que negativas, e o negativo vinha em boa parte do time.

A leitura de cada matéria separa o que não fala

A leitura "fala da marca?" passa por cada matéria e diz se ela trata da marca. Ela não roda em toda pergunta: o Knewin AI decide quando fazê-la, e você pode pedir quando quiser, com "só as que falam da marca" ou "liste as que não falam".

A leitura não apaga nada. A matéria marcada "não fala" continua na base e fica fora só da conta do tom e do saldo; a lista das que não falam mostra quais são, para você conferir. Para quem também usa o Knewin Monitoring, vale até para a matéria que a equipe já avaliou no clipping: a nota continua lá, e só não entra na conta da marca.

O passo a passo da resposta mostra o resultado em números, como "300 matérias lidas; 240 falam da marca, 60 não falam". Matéria sem leitura é diferente de matéria que não fala: ela só não foi lida, e a resposta diz quantas ficaram assim.

Nos portais, no impresso, no rádio e na TV, a coleta traz só o começo das matérias longas. Quando uma matéria marcada "não fala" foi lida sem o texto inteiro, a resposta avisa que a marca pode estar no trecho que faltou. A leitura conta no limite semanal do seu plano, como a leitura do tom.

O Knewin AI aponta o homônimo e você decide

A leitura deixa passar parte dos homônimos, porque a loja ou o estádio com o mesmo nome às vezes aparece num texto que parece falar de empresa. Por isso, nas matérias que ela aprovou, o Knewin AI confere o nome: olha os trechos em que ele aparece, em até 300 matérias espalhadas pelo período e pelos canais, e aponta as que parecem ser de outra coisa.

Essa conferência do nome é outra coisa, e só avisa: nada sai da base e nenhum número muda até você pedir "tire essas". O Knewin AI nunca tira matéria da base por conta própria: encolher a base é decisão de quem responde por ela, e todo ato pode ser desfeito.

Diga ao Knewin AI de que marca se trata

Uma frase sobre o assunto guia a leitura: "a Marca A aqui é a de software", "leia como quem compra". Ela vale para o tom, para a leitura "fala da marca?" e para as entidades citadas, e aparece no passo a passo da resposta. Trocar a frase apaga o "fala da marca?" lido com a anterior, porque a pergunta mudou; o tom já lido só muda se você pedir que seja relido.

Quando o homônimo vem às dezenas, mude a busca

Tirar matéria por matéria funciona para meia dúzia. Quando o homônimo chega às dezenas, o certo é mudar a busca da marca, a expressão que traz as matérias dela: "busque por 'Marca A Tecnologia'", "exclua as matérias que falam do time de futebol". Para um portal inteiro, "tire desse portal o que não fala da marca" vale para o que já veio e para o que vier.

A busca nova vale para as próximas perguntas. As matérias antigas só são substituídas quando a busca nova percorre todo o período pedido, e a troca pode ser desfeita com "volte à base anterior".

Por que o total da busca não cai

Depois da limpeza, um número fica parado: o total que a busca encontrou no acervo. É o esperado. Esse total conta o que a busca acha; as matérias que ficam na conversa e falam da marca são as que entram no tom e no saldo. A resposta diz qual é o caso de cada número, para o número parado não parecer erro.

Onde acompanhar

Cada pedido está descrito na ajuda, em Fala da marca? e em Curadoria da base. Como o mesmo saldo vira um índice pesado pelo alcance de cada veículo está em O que é o NRS.