Curadoria da base
Documentação do Knewin AI · atualizada em
A busca traz o que casa com a marca — e às vezes casa o que não é dela: a matéria sobre uma empresa homônima, o publieditorial, o portal que não interessa. Você não precisa conviver com isso.
Tirar o que não pertence
Peça em português, apontando o que sai:
- "tire esta matéria" — sai do acervo desta conversa.
- "essa é sobre outra empresa" — sai daquela marca e continua contando para as demais.
- "tire tudo desse portal" — sai o que já veio e o que vier depois: por veículo a regra é permanente, até você desfazer.
O assistente nunca cura sozinho. Se ele desconfiar que algo não pertence, ele pergunta — encolher a sua base é decisão sua.
O que muda na tela: a lista, as séries, o tom, as citações e os artefatos passam a ignorar o que saiu.
O volume oficial do provedor NÃO desce, e isso é o esperado: ele conta o universo publicado, não o seu acervo. O assistente declara essa diferença sozinho, para o número parado não parecer erro. Ver Volume.
Quando o problema é a busca, não a matéria
Se o homônimo vem às dezenas, tirar uma a uma é enxugar gelo — o certo é mudar a régua de busca da marca, a expressão que traz as matérias dela. Peça em português: "busque por 'Marca X' e não por 'Marca'", "exclua as matérias que falam do time de futebol".
A régua nova vale para as próximas medições, e a base daquele canal é substituída (a anterior fica recuperável). Para voltar ao normal: "esquece aquele termo, busca do jeito padrão".
Desfazer
Todo ato aparece no fim do turno e pode ser desfeito. Peça "o que eu já tirei?" para ver os que estão valendo, e "desfaça aquilo" para reverter.
E há um desfazer diferente, para quando a busca é que ficou ruim: "volte à base anterior" restaura a medição anterior daquela marca — contador e matérias —, sem buscar nada de novo. Ele só funciona enquanto a base antiga ainda estiver guardada; se a retenção já a apagou, o assistente diz.