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Volume: por que os números não batem

Documentação do Knewin AI · atualizada em

Volume não é uma coisa só. O assistente sempre diz qual régua está usando, e vale ler a frase antes de comparar dois números — porque duas contagens certas, de réguas diferentes, parecem divergência.

São três, e elas respondem perguntas distintas:

  • Matérias únicas — cada matéria conta uma vez. É a régua padrão de tudo que aparece para você, e é a que responde "quantas matérias saíram sobre a marca?".
  • Menções brutas do provedor — a mesma matéria republicada em cinco portais conta cinco vezes. Responde "qual foi a exposição?", e é sempre um número maior.
  • Armazenadas — o que foi recuperado e guardado nesta conversa. É sobre isso que séries, rankings e citações são calculados.

A distinção que mais confunde é a última: o volume total pode vir da contagem do provedor (o universo publicado) enquanto o gráfico por dia e o ranking de veículos nascem do que foi guardado. Os dois estão certos e medem conjuntos diferentes.

Períodos grandes: a apuração completa

Quando o período é grande demais para uma busca só, o assistente varre a cobertura por partes e soma. Isso muda o que ranking e série significam: em vez de "os dez veículos que mais publicaram entre os guardados", eles passam a ser os dez do período inteiro — declarado na base do recorte como "contagem completa do período".

Duas ressalvas que continuam valendo:

  • Contagem exata não é tom exato. Matérias por veículo ou por dia podem cobrir o período inteiro enquanto positivas, negativas e NRS da mesma linha vêm da leitura por matéria. A resposta diz qual régua vale para cada medida.
  • Pico, média e "o maior dia" de um recorte apurado por partes não somam — e por isso são descartados em vez de estimados. Se precisa deles, peça a medição focada num período que caiba numa busca só.

Quando um canal inteiro não entra na leitura

Um canal pode ter cobertura no período e nenhuma matéria dele chegar à leitura por matéria — e aí o ranking, a lista e o tom não o enxergam, mesmo com o total contado. A resposta nomeia o canal: "nada do que saiu em rádio e TV entrou na leitura por matéria (os totais desses veículos seguem valendo)". Se precisa daquele canal no detalhe, peça a medição focada nele.

Um caso à parte, nas buscas por marca: quantas matérias a busca trouxe não é quantas citam a marca no texto. Um canal pode devolver 35 matérias e só 12 citarem a marca — quando a diferença importa, a resposta separa as duas.

Se ficar em dúvida sobre um número específico, pergunte: "de onde veio esse número?".

O clipping se sobrepõe aos canais abertos

A base do Knewin Monitoring já contém online, impresso, rádio e TV dentro dela. Por isso "clipping + portais" não é uma soma válida: a mesma matéria entra pelas duas portas e conta duas vezes.

Quem soma certo é a quebra por canal, que separa as matérias de origem dupla num grupo próprio — e o tamanho desse grupo é a sobreposição entre as fontes.

O que foi guardado pode ser uma parte

As matérias únicas são contadas na busca, sobre tudo que ela trouxe. O que fica guardado na conversa para ser lido matéria a matéria é outra coisa: cabe um tanto, e janela grande pode não caber inteira.

Quando isso acontece a resposta avisa, e os dois lados se comportam de formas diferentes: os volumes seguem exatos (não dependem do que ficou guardado), enquanto tom, citações e listagens passam a ser amostra — leem o que coube. Para a leitura por matéria completa, estreite o período.

Quando os grupos somam mais que o total

Numa tabela agrupada por um campo em que a mesma matéria tem vários valores (marcadores, palavras monitoradas, assuntos citados), a matéria conta em cada valor que tem. A soma passa do total, e a tabela avisa no cabeçalho. Ver O que vem na resposta.

Veja também

Fontes de Dados, O que fica valendo na conversa, Curadoria da base e Sentimento.